Estamos vivendo na era da tecnologia e da comunicação. Apesar disso, nunca se observou tanta falta de boa comunicação entre as pessoas. Grande parte delas estão dando preferência em se comunicar mais por telefones ou computadores, ao invés de uma conversa face a face.
Nas famílias, tem sido comum, pais e filhos passarem horas em bate-papo virtual, disponibilizando pouco ou nenhum tempo para seus relacionamentos pessoais. Pouquíssimo tempo tem sido investido numa conversa à mesa, num bate papo descontraído, desfrutando os benefícios desse encontro.
No filme de ficção chamado “Os Substitutos”, observamos que a tecnologia foi ganhando gradativamente o espaço dos relacionamentos, e os humanos acabaram dando preferência por se relacionar através dos seus robôs, em detrimento do convívio tradicional entre pessoas, onde o mundo real cedeu lugar para o virtual. É claro que estamos longe disso se tornar uma realidade, mas essas ideias apontam para a necessidade urgente que temos em resgatar a boa comunicação e o entrosamento entre as pessoas.
A tecnologia que proporciona conforto e praticidade, sempre será bem vinda, mas não podemos descuidar ou abrir mão da boa e velha comunicação, pois ela possibilita o estreitamento dos laços de amizade, nela podemos utilizar nossos sentidos, percebendo expressões, captando aromas (que sejam bons) e sentindo os toques de apertos de mão ou abraços afetuosos. Enfim, a boa comunicação produz um ambiente de vida e satisfação ao invés da impessoalidade, frieza e limitação do meio virtual, disponibilizado pela tecnologia.
Pense um pouco sobre isso e adote um estilo mais pessoal e melhor de se relacionar com as pessoas reais.
(Pedro Leite)
Aproveite para assistir esses vídeos que separei:
- A família e a tecnologia - http://youtu.be/d2Sil23wp9E
- Substitutos - http://youtu.be/6KydrSWDAcQ
- Desconectar para conectar. http://youtu.be/vI8pIUmRn_E

Nos encontros promovidos pelos relacionamentos, de alguma maneira, somos afetados e afetamos o outro também. Inevitavelmente, isso promove mudanças em nosso modo de ser, a partir dessas novas experiencias.
Ao resgatarmos nossa história de vida, podemos observar como as experiencias dos "encontros" contribuíram para nosso desenvolvimento como ser humano. Por isso, cuide muito bem de cada "encontro" seu, pois ele faz parte do seu aprendizado como pessoa, além de ficar registrado em centenas de memórias, o tipo de pessoa que você foi, como se comportou diante das adversidades e o bem ou mal que causou por onde você passou.
(Pedro Leite)
O viver em grupo tem se configurado para o ser humano como um espaço produtor de vida, pois é no grupo que ele nasce, cresce e constitui sua rede de relações sociais e afetivas.
É a partir das relações em grupo que o homem se desenvolve num constante aprendizado, desempenhando papéis em sua rede social, tornando-se capaz de lidar com variadas situações que vivenciará ao longo de sua vida. É nesta rede de relações que o indivíduo vai convivendo e aprendendo, sendo afetado e afetando outros ao seu redor, formando seus conceitos e seus valores, elaborando, assim, diferentes formas de colocar-se no mundo e estabelecendo padrões de contato com outras pessoas e com ele mesmo.
(Pedro Leite)